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segunda-feira, 7 de abril de 2014

A Formação da Lua




Este vídeo mostra a formação da nossa lua, desde os primórdios do sistema solar. Excelente oportunidade de aprender de modo atrativo. O texto abaixo é uma Livre Tradução feita por mim.

A Lua Bombardeada...

A Lua Bombardeada

Através dos milênios, nós temos olhado para a Lua. E nos maravilhado.
De onde a lua vem? Do que é feita? E que eventos criaram o padrão distinto de luz e escuridão e as crateras em sua superfície?

Para descobrir isso, já enviamos a ela satélites para bater em sua superfície, astronautas para pentear suas crateras e encostas e recolher rochas, e naves espaciais de alta tecnologia para mapear os seus cantos e recantos.

Cerca de meio século de estudo nos trouxe mais perto das respostas.

Muitos cientistas acreditam agora que a Lua nasceu de uma colisão monumental entre a Terra e um corpo do tamanho de Marte no início da história do sistema solar, há 4 e meio bilhões de anos atrás.

A partir dos restos do impacto, uma bola gigante de magma ficou em órbita da Terra. A gravidade esculpiu essa massa quente em uma esfera. Com o tempo, com a superfície esfriando formou-se uma crosta dura, com o magma logo abaixo.

Cerca de 4,3 bilhões de anos atrás, um impacto gigante agrediu o polo sul da Lua, enviando detritos até o lado oposto. O impacto formou a bacia Aitken. Com aproximadamente 2.500 quilômetros de diâmetro e 13 quilômetros de profundidade, ela é uma das maiores crateras de impacto conhecidas em todo o Sistema Solar.

Sua formação marca o início de um período de mudanças em grande escala para a superfície da lua.

Durante centenas de milhões de anos, o terreno lunar foi abalado por uma sucessão de impactos pesados.

Alguns formaram grandes bacias que acabariam por ser preenchidas pelo magma e se tornaram as manchas de cor escura da lua, conhecidas como Maria.

Esses impactos perfuraram enormes buracos na crosta lunar que ainda era relativamente fina. Como a lua ainda não tinha totalmente refrigerado no seu interior, A lava começou a escoar para fora através das fendas abertas pelos impactos.

Assim, foi espalhada por todas as crateras e gradualmente encheu as fendas e houve o resfriamento.

Devido ao alto teor de ferro desta lava, essas regiões refletem menos luz e, portanto, parecem mais escuras do que as áreas vizinhas.

Há cerca de um bilhão de anos, a atividade vulcânica terminou no lado mais próximo da Lua e assim o último dos grandes impactos deixou sua marca na superfície.

Os impactos não cessaram, embora fossem muito menores do que os que formaram os maiores bacias.

Alguns dos maiores e mais conhecidos impactos desse período formaram as Crateras Tycho, Copérnico e Aristarco. Observe os "raios" distintos que se estendem para fora dos locais de crateras, formados por material arrancado no momento do impacto.

Finalmente, depois de bilhões de anos de relativa calma, chegamos à lua que vemos hoje. Apesar de sua superfície continuar a ser afetada por impactos, o bombardeio diminuiu drasticamente.

As características que vemos agora na superfície da Lua são um registro permanente de sua história. Dentro delas, também, nós estamos encontrando pistas sobre a evolução da própria Terra.


Livre Tradução do texto: Emerson Carneiro


Veja também esse outro vídeo de apenas 25 segundos, mas espetacular, em torno de todas as faces da lua, acompanhando a luz do sol, gravado pela sonda lunar LRO. O vídeo permite ver o lado da lua que nunca vemos da Terra:






       
Fontes:

http://www.nasa.gov/

Estas imagens e vídeos estão sob domínio público porque foram criadas pela NASA. A política de copyright da NASA diz que “o material produzido pela NASA não é protegido por copyright, exceto quando mencionado".

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