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sexta-feira, 18 de abril de 2014

As Profecias - Raul Seixas


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Após uma grande sequência de aulas de Astronomia e a consequente referência à idade dos astros, sua duração e estimada e o que podemos comprovar no Universo, é natural que os alunos comecem a perguntar sobre as profecias do fim do mundo e, para o cientista, é preciso ser centrado no que há de científico no assunto.


No momento, sabemos que o Sol é uma estrela considera de pequeno porte, com vida estimada em 10 bilhões de anos, período após o qual se tornará uma anã vermelha, depois de findados os gases e a consequente expansão do seu perímetro (cerca de 1,5 - 2 bilhões de anos no futuro), quando tornará a vida na Terra impossível.

Também aproveitamos a ocasião para discutir as origens dos cultos religiosos, com o medo, a admiração do desconhecido e as profecias do fim do mundo. Para apimentar a coisa, essa semana se iniciará a sequência de 4 eclipses lunares, dois neste ano e dois em 2015.


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Nesse sentido, essa música fantástica de Raul Seixas permite trabalhar o tema, as origens de distintas profecias, os temas do fim do mundo e coisas afins com a musicalidade e a genialidade de Raulzito e um rock para pensar, feito com sanfona. Nada mais original, como o próprio artista, que eles geralmente desconhecem.

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As Profecias
Raul Seixas

Tem dias que a gente se sente
Um pouco, talvez,
menos gente
Um dia daqueles sem graça
De chuva cair na vidraça
Um dia qualquer sem pensar
Sentindo o futuro no ar
O ar, carregado sutil
Um dia de maio ou abril
Sem qualquer amigo do lado
Sozinho em silêncio calado
Com uma pergunta na alma
Por que nessa tarde tão calma
O tempo parece parado?
Está em qualquer profecia
Dos sábios
que viram o futuro,
Dos loucos que
escrevem no muro.
Das teias do sonho remoto
Estouro, explosão, maremoto.
A chama da guerra acesa,
A fome sentada na mesa.
O copo com álcool no bar,
O anjo surgindo no mar.
Os selos de fogo, o eclipse,
Os símbolos do apocalipse.
Os séculos de Nostradamus,
A fuga geral dos ciganos.
Está em qualquer profecia
Que o mundo se
acaba um dia.
Um gosto azedo na boca,
A moça que sonha, a louca.
O homem que quer, mas se esquece,
O mundo dá ou do desce.
Está em qualquer profecia
Que o mundo se acaba
um dia.
Sem fogo, sem sangue,
sem ás
O mundo dos nossos ancestrais.
Acaba sem guerra, mortais
Sem glorias de Mártir ferido
Sem um estrondo, mas com um gemido.
Os selos de fogo, o eclipse
Os símbolos do apocalipse
A fuga geral do ciganos
Os séculos de Nostradamus.
Está em qualquer profecia
Que o mundo se acaba um dia (3x)
Um dia...
Sim, sim, sim...
 
mario_lucena_02_21082009




Veja abaixo uma montagem que fiz com o áudio e umas imagens de Raulzito:



















































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